AGROPECUÁRIA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
terça-feira, 27 de agosto de 2019
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
As queimadas, os desmatamentos e a insanidade das redes

Há alguns anos atrás, olhando as manchetes nas
redes sociais me deparei com o título de uma matéria de um importante veículo
de comunicação que dizia o seguinte: “As águas subterrâneas na bacia do Rio
Doce estão contaminadas por metais pesados devido ao rompimento da barragem da
Samarco”. Fiquei assustado por que acompanho todo este processo aqui de
Governador Valadares desde 2015 e as informações técnicas que tenho acesso
pelos órgãos gestores das águas e em nenhum momento foi abordado isto. Entrei
na matéria para ler e, para minha surpresa, alguém abriu um poço freático a
aproximadamente 500 metros do rio Doce e ao realizar a análise da água,
descobriu elevadas quantidades de ferro e alumínio. A partir desta análise, alguém
concluiu que estes elementos são metais pesados e que foram transportados pela infiltração
dos rejeitos da Samarco. Fiquei chocado considerando que a composição mineralógica
da região é esta e os nossos solos aqui são ricos em ferro, alumínio, manganês e
que devido a fatores hidrogeológicos os elementos são disponibilizados nas
águas, principalmente as subterrâneas. Em mais de 90% dos poços abertos na região,
mesmo antes da tragédia do rio Doce em 2015, os níveis de ferro, alumínio e, em
alguns casos também o manganês, são elevados necessitando, muitas vezes, da
instalação de filtros.
Este é apenas um de dezenas de milhares de
exemplos de notícias das redes sociais. Infelizmente, as redes sociais que
deveriam servir como rede de informação estão atuando como rede de
desinformação e fakenews. Estamos vivendo uma guerra entre a extrema esquerda e
a extrema direita, principalmente nas redes sociais e as informações sérias,
baseadas em fatos concretos e científicos estão sendo deixadas de lado. Até
mesmo grandes pesquisadores estão sendo infectados pelo vírus da polarização ideológica.
O foco agora é a Amazônia, suas queimadas e desmatamento.
Temos um histórico de destruição ambiental
desde a época de nossa descoberta, assim como a própria Europa, Estados Unidos
e outras partes do planeta, tudo em busca dos preciosos recursos naturais
visando o desenvolvimento. O estimulo a ocupação do Cerrado na década de 70 e a
construção da transamazônica na mesma década tinham estes objetivos,
considerando que o Brasil descobriu a sua vocação para o agronegócio. O desmatamento
sempre ocorreu na Amazônia, o que muda é a sua intensidade e formas efetivas de
se avaliar para que ações governamentais sejam tomadas visando coibir um
processo que, em algum momento, poderá tornar impossível a resiliência da
floresta. Quando isto irá acontecer? Os especialistas descrevem deste a alguns
anos até alguns séculos? Quem está certo? Quem é o dono da verdade? Ninguém. O
que podemos afirmar é que, se nada for feito, em algum momento isto irá
acontecer.
Precisamos
(e muito) de ajuda internacional para mantermos a maior floresta tropical do
mundo de pé, mas sem abrir mão da nossa soberania e para isto, o diálogo é o
melhor caminho. Este compromisso dos países desenvolvidos teve início na Rio92,
formalizado no protocolo de Kyoto em 1997 e renovado a cada reunião mundial onde
as nações se reúnem para discutir o clima no planeta. Conseguir equacionar os
interesses econômicos, sociais, ambientais nestas reuniões não é fácil, mas é o
caminho.
Falo durante as minhas aulas que ser formador
de opinião não significa que o aluno deva aceitar a opinião única e exclusiva
do professor em sala. E se ele for de extrema esquerda ou extrema direita??
Temos que ensinar as pessoas a pensar com base em informações reais e chegar as
suas próprias conclusões. Isto vale para todos nós que buscamos informações nas
redes. Bom senso, esta é a palavra!
terça-feira, 20 de agosto de 2019
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Agrotóxico: herói ou vilão (2a parte)
Vamos continuar a discussão sobre agrotóxicos de forma
que você leitor chegue a sua própria conclusão. O comparativo com os remédios é
muito importante pois eles fazem parte do nosso dia a dia. Vamos ao médico,
adquirimos e utilizamos os remédios, diferentes dos agrotóxicos onde a grande
maioria da população nunca viu uma embalagem de agrotóxico, ou leu a sua bula
ou viu uma aplicação (correta) no campo. Mas vamos continuar o nosso paralelo
entre os remédios e os agrotóxicos.
Uma frase muito famosa diz que “a diferença entre
remédio e veneno é a dose utilizada” e está certa na sua quase totalidade.
Dependendo da doença as pessoas são obrigadas a utilizar remédios de elevada
toxidade com uma série de efeitos colaterais no organismo. O médico irá avaliar
o custo-beneficio do uso do remédio. Se continua ou se troca por outro, caso
tenha no mercado, caso contrário, o cidadão deverá continuar com o remédio
recomendado. Digamos que o remédio foi recomendado para ser consumido apenas um
comprimido por dia e, em um momento de grande angustia e depressão o indivíduo
resolve ingerir 20 comprimidos de uma vez e, por conta da intoxicação aguda foi
a óbito. De quem é a culpa? Do médico que receitou o remédio? Do remédio devido
a sua periculosidade ou do indivíduo que tomou 20 comprimidos por conta
própria? O médico não tem como controlar o que seu paciente faz, se vai ou não tomar
os remédios de acordo com a recomendação. Se o controle fosse neste grau, o
indivíduo teria que se deslocar todos os dias para o consultório médico para
pegar um único comprimido ou recebe-lo em casa, processo de baixa viabilidade.
Neste caso a culpa não é do remédio mas do paciente que não cumpriu com o
recomendado.
No caso dos agrotóxicos acontece a mesma coisa, mas
com alguns agravantes. Como descrevemos no artigo passado, o agrotóxico não pode
ser adquirido nas lojas sem o receituário agronômico emitido e assinado por um
Engenheiro Agrônomo. Nele o produtor encontra todas as informações sobre como
aplicar, onde aplicar, quando aplicar, a preparação da calda, os cuidados que
deverá ter durante o preparo e a aplicação, dentre outros fatores. Diferente dos
remédios que já vem nas concentrações certas para consumo, o agrotóxico é
adquirido de forma concentrada e a calda deverá ser preparada na propriedade
rural, sendo este o nosso primeiro grande problema. Pode ocorrer do produtor
rural no campo preparar uma calda mais concentrada do que o recomendado, fato
que pode gerar problemas de resíduo de produto químico na planta ou no fruto.
Outro ponto problemático é o chamado período de carência, tempo necessário para
que o produto químico atue sobre o alvo e seja degradado no ambiente sem deixar
resíduos. Este tempo envolve o prazo da aplicação do agrotóxico até a colheita
do produto, ou seja, um inseticida aplicado hoje no tomate e com período de
carência de 10 dias, este tomate não poderá ser colhido antes dos 10 dias da
aplicação, mas infelizmente isto não acontece. Muitas vezes no campo, devido a
oscilação dos preços, o produtor colhe o fruto antes de terminar o período de
carência, e a consequência disto é um fruto com resíduos de agrotóxicos na
gondola do mercado. E a culpa disto? Do agrotóxico que não foi utilizado
corretamente, da receita agronômica e do Engenheiro Agrônomo que receitou
corretamente ou do produtor que não seguiu as regras do receituário agronômico?
Como resolver isto? Veremos no próximo artigo.
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Agrotóxico: herói ou vilão? (1ª parte)

Acompanhamos nos últimos meses pelos noticiários
que o ministério da agricultura liberou centenas de novas marcas de agrotóxicos
para o mercado. Mas, o que isto significa? Quais as implicações para o nosso
sistema de produção agropecuário, florestal, e para o meio ambiente? Por que os
agrotóxicos são tão temidos pela sociedade? Para respondermos estas e outras
perguntas precisamos entender questões básicas sobre a complexidade que envolve
o agronegócio brasileiro, a preservação ambiental e a nossa saúde. Vamos
começar como o nome oficial: agrotóxico. A palavra realmente é adequada pois se
trata de um produto químico voltado para eliminar insetos, plantas invasoras,
microrganismos e que realmente é tóxica ao homem se manipulado de forma errada.
O nome assusta e intimida, induzindo as pessoas que lidam com os produtos a
faze-lo de forma cuidadosa. Para os profissionais das ciências agrárias o termo
defensivo agrícola é o mais adequado para estes produtos químicos.
Vamos agora realizar um paralelo entre remédios
para uso humano e os agrotóxicos. Centenas de remédios de tarja vermelha e de
tarja preta vendidos nas drogarias e farmácias só podem ser comercializados com
a receita médica por conta de diversos fatores como sua toxidade ou por
promover a resistência de bactérias e outros microrganismos ou por causar
dependência química. Outras centenas de remédios podem ser comercializados sem
receita médica devido a sua baixa toxidade, podendo qualquer cidadão consumi-los
durante a auto medicação. No caso dos
agrotóxicos químicos sintéticos comerciais, não podem ser comercializados (em
nenhuma hipótese) sem a emissão do receituário agronômico emitido por um
Engenheiro Agrônomo que está prestando o assessoramento no campo ou pelo
Engenheiro Agrônomo que trabalha na loja de insumos agropecuários. Neste
receituário temos diversas informações como o nome do dono da propriedade,
local de aplicação, cultura a ser aplicada, tamanho da área, dentre outras informações.
Quando você se dirige a uma farmácia ou
drogaria para adquirir um remédio, com ou sem a obrigatoriedade da receita
médica, o balconista oferece ao cliente a marca famosa e oferece também como opção
o seu genérico. O remédio genérico tem a mesma composição química do remédio famoso,
mas com a opção de ser de baixo custo. Existem casos de alguns genéricos serem
90% mais baratos quando comparados as marcas famosas. No caso dos agrotóxicos
recentemente liberados no Brasil, a sua quase totalidade é composta de agrotóxicos
genéricos, princípios químicos já existentes e largamente utilizados no país.
Esta abertura, assim como para os remédios, coloca à disposição dos produtores
rurais produtos de menor custo, gerando liberdade de escolha pelo produto mais
barato.
No próximo artigo continuaremos com a discussão
sobre os aspectos positivos e negativos dos agrotóxicos. Até lá.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
terça-feira, 11 de junho de 2019
Organização para o desenvolvimento

Acabou-se o tempo em que o gestor público falava em seu discurso: “Vou fazer, vou criar, vou…”. Os gestores perceberam que eles não fazem nada sozinhos sem estarem amparados por uma equipe séria e qualificada e o apoio popular. Digo isto por experiência. Na Universidade tenho reuniões periódicas com alunos bolsistas e estagiários e realizo encontros chamados de “tempestade de ideias”. Nestas reuniões eles expõem seus pensamentos e raciocínio lógico e o meu papel passa a ser de coordenar e filtrar as ideias. E das várias ideias expostas surgem linhas de raciocínio interessantes que aplicamos em nossas pesquisas. Oscar Niemeyer idealizou o Museu de Arte Contemporânea de Niterói desenhando em um guardanapo, tomando um chopp em um boteco, sentado na orla da praia. As ideias surgem assim, de conversas e diálogos com as pessoas e suas experiências pessoais.
Quando falamos de gestão ambiental em um município ou região parece simples, afinal, basta reflorestar para recuperarmos os solos e as nascentes, aumentando a quantidade e a qualidade das águas dos rios e o retorno dos animais silvestres, mas o processo é mais complexo do que parece. Toda a logística é ampla, desde a definição das espécies sucessórias, os recursos financeiros, a participação das pessoas das zonas urbana e rural e de instituições públicas e privadas. Com o início das discussões devemos organizar as ideias, definir etapas de planejamento, calcular os investimentos necessários e, finalmente, chegando a parte mais difícil do programa: iniciar a sua execução e acompanhamento do processo. Deve-se evitar que aconteça o mesmo que ocorre com a maioria dos projetos em nosso país que são iniciados, mas não concluídos, com desgaste dos gestores e muitas vezes, dinheiro jogado no ralo.
Este é o papel do verdadeiro gestor: saber ouvir, saber organizar e saber conduzir as atividades em parceria com os membros de sua gestão e com a sociedade. Apesar da crise que o país atravessa, sabemos que recursos existem, afinal fazemos parte da sociedade que mais paga impostos no mundo. Com a integração e o diálogo do setor público, o setor privado e a sociedade, com certeza teremos uma melhor situação ambiental, social e econômica que promoveria o nosso desenvolvimento. As soluções dos nossos problemas não estão nos gabinetes, mas na sociedade organizada.
terça-feira, 4 de junho de 2019
segunda-feira, 3 de junho de 2019
quarta-feira, 29 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de maio de 2019
sábado, 18 de maio de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
domingo, 5 de maio de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
A Samarco, o Estado e os recursos: problema de gestão?

Ser produtivo, desenvolver a agricultura, a pecuária, a indústria, gerar
trabalho e renda, investir em infra estrutura básica, melhorar a qualidade de
vida da população e, paralelo a tudo isto, proteger e recuperar o meio ambiente.
Temos diante de nossos olhos uma equação complexa, difícil de resolver, mas não
impossível. Toda a atividade econômica, obviamente, deve ser rentável aos seus proprietários e
acionistas mas, não pode estar dissociado
da qualidade de vida e da renda
de seus funcionários, seus familiares,
das comunidades próximas que são
impactadas diretamente pelas suas atividades, do meio ambiente, sempre muito
impactado pelos sistemas produtivos e
dos impostos que, teoricamente, são revertidos para o benefício do Estado e da
Nação. Mas como as empresas associam o seu
faturamento com a efetivação de várias destas ações, elas dependem da
oscilação dos valores dos seus produtos no mercado interno e
externo, das variações das taxas de câmbio, do preço da matéria prima além de
outros fatores de menor peso. Dentre estes diversos aspectos, a ponderação da
empresa sob a tutela e fiscalização do Estado devem ser integradas e
discutidas visando os ganhos financeiros
do empregador, dos empregados, os ganhos sociais das comunidades e os ganhos
ambientais.
Vamos analisar o exemplo da mineradora Samarco. A maior tragédia
ambiental mundial causada por uma
mineradora que apresentou um lucro líquido em 2014 de R$ 2,8 bilhões. Os
investimentos na prospecção, extração, tratamento e transporte do minério são
elevados e de alta tecnologia, visando uma exploração mais eficiente, mas o
sistema de deposição dos rejeitos é o
mesmo de décadas atrás ou, séculos. Onde estão os estudos e a implantação de projetos de
reaproveitamento de rejeitos? Comparando
os custos de implantação do saneamento básico de todas as cidades da bacia do
Rio Doce em relação a coleta e tratamento de esgoto e construção de aterros
sanitários com o lucro líquido da empresa em um único ano levamos um susto. O
custo estimado para sanear a bacia do Rio Doce está em torno de 1,5 bilhão de
reais, quase a metade do lucro líquido total da empresa em 2014. Por conta da falta de investimentos em
pesquisa e desenvolvimento de aproveitamento de resíduos, a empresa agora irá gastar
algo em torno de R$ 20 bilhões para recuperar a bacia, realizar a compensação
ambiental e ressarcir os danos causados as populações. Imaginem se existisse
uma política adequada na empresa para uso do rejeito como matéria prima para
processos produtivos. Dez por cento do dinheiro que eles irão gastar para tentar
voltar a situação anterior a tragédia já seria o suficiente para sanear toda a
bacia.
O nosso atual sistema desenvolvimentista e capitalista baseado em lucros exorbitantes e deficiência de
investimentos em tecnologia industrial precisa de mudanças urgentes para
deixarmos de ser considerados uma mera colônia fornecedora de mão de obra e
recursos naturais.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
quarta-feira, 17 de abril de 2019
quarta-feira, 10 de abril de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
sábado, 6 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Natureza: santo remédio para nossa saúde e qualidade de vida
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, mais
precisamente na Universidade da Califórnia, confirmou um fato que todos nós já
sabíamos: viver próximo a áreas verdes reduz os riscos de doenças mentais em jovens
e em idosos. Segundo a pesquisa, a queda na incidência de doenças mentais é de
36% nas pessoas que vivem em áreas com, pelo menos, 25% de cobertura vegetal
arborizada. É claro que outros fatores devem ser analisados nesta correlação de
variáveis, mas os resultados da pesquisa confirmam que, dentre o conjunto de
fatores que compõem a qualidade de vida das pessoas, o meio ambiente é um dos
principais.
As políticas públicas e os planos de governos
municipais dos nossos gestores raramente colocam o meio ambiente como um dos
fatores principais de investimento, na realidade, só investem se “sobrar” dinheiro
em caixa, fato peculiar no Brasil considerando que são raras as contas públicas
municipais que ficam no azul.
O meio ambiente urbano deveria ser visto no
Brasil como prioridade em qualquer plano diretor ou plano de desenvolvimento municipal.
Todo cidadão gostaria de ter próximo a sua casa uma área verde para caminhar,
se exercitar, ouvir os pássaros, sentar no gramado olhando para o céu e as
nuvens. Esquecer por alguns momentos seus problemas pessoais e financeiros. São
momentos que podem ajudar o indivíduo a refletir e a buscar uma saída, uma
solução para seus problemas. Em frente à minha janela, no segundo andar aqui de
casa tem um ipê. Por volta das 18 horas algumas aves ocupam seus galhos e
iniciam uma grande cantoria. Cantam
voltados para o por do sol, como um agradecimento por aquele dia. Neste momento
eu paro por alguns minutos o meu trabalho e fico observando as aves e a paz que
toma conta de meu ser é impressionante. Após este momento de reflexão sobre a
vida e a natureza volto revigorado as minhas atividades. Faz bem a minha saúde?
Com certeza sim!
A população brasileira merece ter uma melhor
qualidade de vida. Milhões de brasileiros trabalham duro todos os dias sem ter
direito a uma saúde digna, educação digna e uma qualidade de vida digna. O seu
esforço, desprendido nas atividades laborais diárias serve apenas para mante-lo
vivo mas sem nenhuma expectativa. O homem faz parte do meio ambiente, somo
integrados a ele. Criamos um habitat artificial com uma série de serviços e
tecnologia para melhorar as nossas vidas mas que estão nos levando cada vez
mais as doenças urbanas como tristeza, depressão e até mesmo ao suicídio. Ver e
ouvir o som da natureza não tem preço.
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Os governos são os grandes responsáveis pelo freio no nosso desenvolvimento, considerando que eles são os grandes controlado...
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O nome do nosso Estado, Minas Gerais, tem um significado histórico: terra rica em minérios e de todos os tipos: ouro, prata, diam...
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